A próxima interface pode quase desaparecer
Telas pedem que a gente pare, olhe e toque. Um dispositivo no ouvido pode entregar informação durante a ação, sem retirar completamente a pessoa do contexto.
É por isso que tradução ao vivo chama atenção: a computação se aproxima da conversa, não de uma etapa posterior.
Conveniência precisa de limites
Quanto mais íntima é a interface, maior é a responsabilidade sobre dados, notificações e consentimento.
O desafio não será apenas criar funções, mas decidir quando o dispositivo deve agir, o que pode interpretar e quando precisa permanecer em silêncio.