Não dirigir pode ser uma forma de liberdade
Para quem não pode conduzir, transporte depende de familiares, serviços ou infraestrutura pública disponível. Um veículo automatizado pode reduzir parte dessa dependência.
O benefício só aparece se reservar, entrar, comunicar destino e resolver imprevistos também forem acessíveis.
A promessa precisa sobreviver ao mundo real
Sistemas autônomos operam em ambientes complexos e continuam exigindo padrões rigorosos de segurança, comunicação e responsabilidade.
A inovação deve ser medida por quem ganha mobilidade — não apenas pela ausência de alguém ao volante.