Do relógio que mede ao braço que participa
Wearables costumam observar o corpo: passos, sono, batimento e temperatura. Jizai Arms propõe outra relação, na qual a tecnologia acrescenta membros e entra na ação.
A base vestível aceita braços removíveis e foi desenhada para explorar colaboração, troca e interação entre pessoas com extensões robóticas.
A fronteira é também psicológica
Uma ferramenta pode ser percebida como parte do corpo quando uso, resposta e intenção começam a se alinhar. A pesquisa investiga essa plasticidade, não apenas desempenho mecânico.
Antes de imaginar produtividade, vale perguntar quem controla o movimento, como se aprende a nova coordenação e o que acontece com identidade e autonomia quando o corpo se torna reconfigurável.