Do relógio que mede ao braço que participa

Wearables costumam observar o corpo: passos, sono, batimento e temperatura. Jizai Arms propõe outra relação, na qual a tecnologia acrescenta membros e entra na ação.

A base vestível aceita braços removíveis e foi desenhada para explorar colaboração, troca e interação entre pessoas com extensões robóticas.

A fronteira é também psicológica

Uma ferramenta pode ser percebida como parte do corpo quando uso, resposta e intenção começam a se alinhar. A pesquisa investiga essa plasticidade, não apenas desempenho mecânico.

Antes de imaginar produtividade, vale perguntar quem controla o movimento, como se aprende a nova coordenação e o que acontece com identidade e autonomia quando o corpo se torna reconfigurável.

FONTES E CONTEXTO

Para continuar verificando.

  1. Jizai Arms: projeto oficial da Universidade de Tóquio
  2. Universidade de Tóquio: membros robóticos e percepção do corpo