Locomoção não é trabalho

Vídeos de robôs correndo demonstram equilíbrio. Mas a maior parte do trabalho humano acontece quando tocamos objetos, usamos ferramentas e adaptamos a força.

Uma mão incapaz de perceber contato pode apertar demais um copo ou deixar uma peça cair. É nesse detalhe que uma demonstração se separa de uma máquina útil.

Tocar também é perceber

A 1X descreve as mãos do NEO como atuação e percepção. São 25 graus de liberdade e sensores que medem pressão, contato e cisalhamento.

Para humanos, tocar, sentir e corrigir parece automático. Em uma máquina, hardware, sensores e modelos precisam trabalhar juntos em alta velocidade.

A casa é mais difícil que a fábrica

Uma fábrica organiza objetos e movimentos. Dentro de casa, formatos, posições e materiais variam o tempo inteiro. Há pessoas por perto e coisas frágeis.

Por isso, a mão é um indicador estratégico. Quanto mais um humanoide manipular objetos comuns com segurança, menor será a distância entre lançamento e trabalho cotidiano.

FONTES E CONTEXTO

Para continuar verificando.

  1. 1X Technologies: engenharia das mãos do NEO
  2. Google DeepMind: avanços em destreza robótica